RESTAURANTE


RESTAURANTE
O Vale do Capão atrai pessoas que procuram qualidade de vida e equilíbrio pessoal, assegurando ao desenvolvimento local numa escala humana para um turismo de contato e respeito
Restaurante

Mundo mágico
Harmonia do homem e natureza.
Como Chegar:
Telefones Úteis
ACVVC - Associação dos Condutores de Visitantes do Vale do Capão: (75) 3344-1087
Localidades na Chapada Diamantina proximas ao Vale do Capão
Abaíra ,Andaraí, Ibicoara ,Igatu ,Iraquara, Jacobina, Lençóis, Morro do Chapéu, Mucugê
Palmeiras ,Piatã ,Rio de Contas, Seabra.
Existe uma associação de condutores e visitantes no CAPÃO em média uns 30 guias estão preparados para conduzir e orientar o turista para os melhores passeios na região.Os valores dependem do numero de pessoas e a quantidade de dias que possam interessar.
-Riachinho
-Passando pela subida da cachoeira da Fumaça(Campos)
-Angelicas-cachoeira
-Purificação-cachoeira
-Rio Preto
-Rodas
-Batista- Propriedade Particular
Poço do Gavião
Da casa das fadas podemos ter a vista completa do MORRÃO
Para comprar:
Frutas passas-abacaxi,banana e outras
Argila-Sabonete
Marcela –para travesseiros
Cogumelo desidratado
Adubo bem preparado.
Na Vila tem alguns restaurantes e Pizzaria-
Pizza do TOMAS-super natural
Restaurante da D.Dalva-Comida caseira-Pratos típicos da região tipo Godó – feito com banana Verde/Cortadinho de abóbora
Existem 2 mercados pequenos.
2 ciber café com o total de 10 computadores
Um apoio de Banco para saque e depósitos-BRADESCO
Em Palmeiras pode encontrar o Banco Bradesco e um caixa eletrônico do Banco de Brasil
Cozinha equipada do restaurante




Vale do Capão é o único distrito da município de Palmeiras é conhecido no mundo todo pela sua beleza e sua gastronomia
Vale do Capão o diamante misterioso A Vila do Caeté – Açu mais conhecido como Vale do Capão, único distrito do município de Palmeiras, 470km de Salvador é um dos principais redutos de turismo ecológico do Brasil com visitas de aventureiros de todo o mundo. O Vale, juntamente com os municípios de Lençóis, Andaraí e Mucugê faz parte do chamado ciclo de diamante da Chapada Diamantina. Situado no Parque Nacional da Chapada, os aventureiros que por lá passam precisam de predisposição para enfrentar 1.000 metros de altitude entre as Serras do Candombá, Larguinha e Morro Branco. Mas predisposição é o que não falta para os turistas. Com diversas trilhas que cortam a mata Atlântica proeminente no parque, os passeios ecológicos reúnem grupos que depois de uma boa e longa caminhada são recompensados com banhos de cachoeira e vistas deslumbrantes. Para os exotéricos, um outro atrativo do local é a energia misteriosa responsável por segurar muitas pessoas que deixaram de ser turistas para se tornar morador local.A energia misteriosa que atrai tantos visitantes é a principal responsável pelo surgimento de diversas comunidades alternativas que apareceram no Capão e nas regiões próximas desde 1970. Atualmente essas comunidades vivem do auto-sustento, e das práticas como artesanato, agricultura orgânica, cultura de ervas medicinais e aromáticas. Morros, picos de montanhas, queda d’água e riachos. Atrativos que levam diversos turistas a se aventurarem pelas trilhas da Chapada. No Capão, as trilhas mais realizadas são a Cachoeira da Fumaça com 350 metros de queda livre e uma vislumbrante paisagem e o Morro do Pai Inácio. Conta a lenda que no tempo dos escravos, o local era reservado para encontros amorosos proibidos, é nesse ponto que fica o poço encantado, que emociona pela beleza e mistério. Tem ainda o Morrão, os Gerais do Vieira, o Morro Branco e o Vale do Pati. O vale onde está cortado por um rio que lhe dá nome, Capão, oferece várias opções de mergulho. Fonte: Tribuna da Bahia
São muitas as opções de passeios. Vale conhecer estes locais:
-Corredeira das Rodas
-Cachoeira do Rio Preto,
-o Poço da Angélica
Turismo aventura
Patrimônio Cultural
O início da Povoação
A ocupação da Chapada Diamantina começou com a exploração da pecuária, a partir da expansão das fazendas de gado. Na última década do século 17, já toda a Bacia do Paraguaçu estava doada a proprietários privados. Imensas fazendas ocuparam, gradualmente, os vales dos rios e planaltos até que a mineração tomasse lugar em pequenas glebas, com lavras e atividades de abastecimento das minas - policultura agrícola e pecuária - desenvolvendo circuitos intra e inter-regionais. A descoberta do ouro, nos últimos anos do século 17, no interior do país, inaugurou um novo ciclo econômico no Brasil e foi fator decisivo na ocupação de seu interior. O ciclo do ouro teve início na Bahia, a partir das descobertas nos Rios Itapicuru, de Contas e Paramirim, estendendo-se pela margem esquerda do Rio São Francisco, sendo elas responsáveis pela atração de intenso fluxo migratório da própria Bahia, Pernambuco, Minas Gerais e São Paulo; além da fundação e remanejo de numerosas vilas; criação de Casas de Fundição em Jacobina e Rio de Contas; desmembramento de freguesias, etc. Este ciclo perdurou por quase um século na região, propiciando o envio de riquezas à Coroa Portuguesa e contribuindo para a ocupação e colonização da região. A exploração do ouro e do diamante fez surgir, por ordem da Coroa Portuguesa, uma estrada que cortava a Chapada Diamantina no sentido norte-sul ligando Jacobina a Rio de Contas, principais pólos de produção aurífera contando inclusive com casas de fundição. Conhecida como Estrada Real e em vias de ser tombada como patrimônio histórico, era utilizada por tropeiros, que faziam o comércio da região, e pela Coroa Portuguesa, que fazia transportar a riqueza extraída do solo brasileiro até a Corte.Com o declínio da produção aurífera e o esgotamento do ouro de aluvião, outro processo se estrutura com o ciclo do diamante muito embora tenha durado apenas 26 anos. Este novo ciclo de mineração foi responsável pelo surgimento de uma nova geração de assentamentos humanos na região. A partir de Mucugê, a lavra de diamantes expandiu-se para o sul, atingindo o vale do Rio de Contas dando novo alento a vilas como Barra da Estiva, Rio de Contas e Caetité, e para o norte, criando novas povoações como Xique-Xique (Igatu), Andaraí e Lençóis entre outras, até atingir Morro do Chapéu, definindo-se, assim, a região que passou a ser conhecida como Chapada Diamantina. Em 1845, foram descobertos os ricos garimpos do Rio Lençóis, que despertaram imediatamente o interesse dos compradores de diamantes, instalados em Mucugê. Deslocaram-se para ali garimpeiros, vindos das lavras já em decadência de Minas Gerais, como Tijuco e o Grão Mogol, e da Bahia, como Jacobina, Rio de Contas e Chapada Velha. Com estes, chegaram também comerciantes da Capital e senhores de engenho do Recôncavo, com os escravos que construíram seus territórios à base de uma economia extrativista. O arraial foi transformado na Comercial Vila de Lençóis, pois ali se instalaram grandes negociantes, que faziam transações diretamente com mercadores franceses, ingleses e alemães. Transcorrida apenas uma fase de quase um quarto de século, de 1845 a 1871, suficiente para propiciar uma nova organização espacial na Chapada Diamantina e promover grandes fortunas para uma aristocracia sertaneja, o ciclo do diamante entra em declínio com a concorrência das jazidas sul-africanas, descobertas em 1865. No início do século 20 os diamantes de aluvião tornaram-se escassos e difíceis de garimpar. Paralelo ao ciclo do diamante e intrinsecamente ligado a este, a Chapada Diamantina conheceu outro ciclo, o do coronelismo, em que famílias poderosas disputavam o poder sobre o território. Esse ciclo teve na figura do Coronel Horácio de Matos o maior dos seus representantes. Horácio de Matos teve grande poder político na Bahia, atraindo a atenção dos governos estadual e federal em diversas ocasiões, tanto nas lutas pelo território quanto contra os governos estadual e federal e ainda na perseguição à Coluna Prestes. No decorrer da história, o "coronel da Chapada" deixou registrada a sua marca lendária que inspirou títulos de vários autores. Entre 1987 e 1997 a economia da região foi reaquecida com base na extração mecanizada do diamante até a proibição definitiva do uso de dragas e da atividade que causava muito mais prejuízos ao ambiente natural, especialmente nas nascentes e leitos dos rios tributários da bacia do Paraguaçu. A criação do Parque Nacional da Chapada Diamantina em 1985 eliminou definitivamente qualquer possibilidade de garimpo no interior do parque. A atividade, assim, passa para a clandestinidade.

Fauna e Flora
A Chapada Diamantina possui uma série de condições climáticas e tipos de vegetação não encontrados em nenhuma das outras regiões do Nordeste. O cenário montanhoso da região abriga uma extraordinária variedade de ecossistemas em que bromélias e orquídeas escondem-se à sombra de aroeiras e umburanas, enquanto as sempre-vivas florescem nos campos dos gerais, em ambiente privilegiado, adaptando-se às diferenças de clima, altitude e solo. A zona mais elevada, denominada campo rupestre, é formada por diversos tipos de vegetação cuja riqueza se compara à encontrada em regiões da Mata Atlântica, da Floresta Amazônica ocidental, da Península do Cabo (África do Sul) e do Oeste da Austrália.

Geologia
A Chapada Diamantina é região de nascentes, faz parte da bacia do Paraguaçu, rio fundamental para o semi-árido baiano, que também se caracteriza como região provedora de águas do estado da Bahia. Possui uma biodiversidade riquíssima e parcialmente desconhecida, o que lhe conferiu diversas unidades de conservação criadas com a intenção de proteger os recursos hídricos, as paisagens naturais e amostras de ecossistemas que abrigam exemplares endêmicos da fauna e da flora; estimular o desenvolvimento regional; adequar as atividades econômicas e o uso público propiciando a recreação, educação ambiental e pesquisa científica; promover um melhor aproveitamento para o ecoturismo; manejar recursos de fauna e flora, e proteger sítios abióticos.São destaques: o Parque Nacional da Chapada Diamantina, o Parque Estadual das Sete Passagens, o Parque Estadual de Morro do Chapéu, o Parque das Cachoeiras, o Parque Valoir Coutinho (Macaqueiras), o Parque Municipal de Mucugê - Projeto Sempre Viva, o Parque Municipal da Muritiba, a APA Marimbus Iraquara, a APA Serra do Barbado, a APA Gruta dos Brejões - Vereda Romão Gramacho, o Monumento Natural Cachoeira do Ferro Doido, o Parque Municipal Natural da Serra das Almas, a ARIE (Área de Relevante Interesse Ecológico) Nascente do Rio de Contas, ARIE Pico das Almas e ARIE do Rio Espalhado. O Parque Nacional da Chapada Diamantina, principal unidade de conservação da região, possui uma área de 152 mil ha, distribuídos entre os municípios de Lençóis, Palmeiras, Andaraí, Mucugê, Itaetê e Ibicoara; abrange toda a Serra do Sincorá, com altitudes que variam de 400 m, nos vales dos rios que formam as bacias dos rios de Contas e Paraguaçu, até 1700 m, no ponto mais alto da serra. No parque destacam-se as várias trilhas com diferentes graus de dificuldade, a maioria feita por garimpeiros. O atrativo de maior destaque, internacionalmente conhecido, é o Vale do Paty e só existe um meio para conhecê-lo: andar, andar, andar e andar. Os roteiros variam de um a cinco dias e podem incluir a contemplação da Cachoeira da Fumaça, banho no Cachoeirão e Funis, escalada no Morro do Castelo, entre tantas outras opções.As terras da Chapada elevam-se como uma muralha que separa o Vale do São Francisco a Oeste e, a Leste, as terras que se estendem até o litoral. As atrações naturais encontram-se em variados roteiros: subterrâneos das grutas, das cachoeiras, caminhadas por antigas trilhas de garimpeiros ou pelos vales da região, em meio a comunidades tradicionais ou esotéricas e alternativas, subir os três pontos mais altos de toda a Bahia: o Pico das Almas, com 1958 m de altitude, o do Itobira, com 1970 m, e o do Barbado, com 2033 m; ou ainda percorrer a Estrada Real por onde circulou ouro, diamantes e mercadorias nos séculos 18 e 19. Nesta região está um dos mais belos conjuntos de cachoeiras do Brasil. São centenas de quedas d'água que escorrem entre penhascos, nas serras cobertas de verde, de uma vegetação mista de serrado, mata atlântica e caatinga. A da Fumaça, com quase 400 m de queda livre, e é uma das mais altas quedas livre do país. A da Fumacinha, do Buracão, do Mosquito, do Mixila, do Roncador, da Sibéria, do Sossego, dos Payaya, do Ferro Doido, do Agreste ou Vale do Cachoeirão (um conjunto de cachoeiras de até 280 m no interior do Vale do Paty) são apenas alguns dos mais belos exemplares de cachoeiras com formas, volume d'água e alturas variadas, mas sempre emolduradas por uma paisagem fascinante. Destacada no cenário nacional por possuir o maior acervo espeleológico da América do Sul pela quantidade, beleza cênica e importância científica de suas cavernas, a Chapada Diamantina oferece roteiros inusitados em espeleoturismo. Só na APA Marimbus-Iraquara elas somam mais de 120 em uma área 30 km². O misterioso Poço Encantado, cartão de visita da Chapada Diamantina, fica no município de Itaetê a 22 km da sede. É uma caverna de aspecto singular e rara beleza, dotada de grande relevância científica, servindo de abrigo para uma espécie de bagre cego, endêmico da região. A caverna é formada no fundo de uma depressão coberta por vegetação. Em seu interior existe uma fenda por onde a luz solar penetra até o espelho d´água adquirindo tonalidade azul turquesa, sendo possível avistar o fundo do poço, tal a transparência de suas águas. Entre os meses de abril a setembro, esse raio, refratado pela água como se atravessasse um cristal, acentua o tom do azul, que brilha e desenha formas variadas no fundo do poço, com profundidade entre 30 e 60 m. De características semelhantes, o Poço Azul, no vizinho município de Nova Redenção, oferece um diferencial que fascina os visitantes: lá é possível o banho no lago interior no melhor estilo da flutuação. A Gruta da Pratinha, no município de Iraquara, tem características das regiões calcárias, um tom azulado e águas cristalinas que lhe emprestam uma beleza especial. Entre as grutas secas, a Torrinha, a Lapa Doce, a da Paixão, Lapão, Bolo de Noiva, da Fumaça, Gruta Azul e Brejões estão na lista das mais visitadas e com roteiros consolidados. Contemplação e mergulho (em algumas) é tudo o que se pode fazer dentro de uma caverna, de onde "não se tira nada além de fotografias, não se quebra nada além do silêncio, nem se deixa nada além de rastros". A propósito, o mergulho nas cavernas da Chapada Diamantina só deve ser feito com autorização do Ibama e acompanhamento de profissional habilitado, pois, ao contrário do que possa parecer, ele é muito mais difícil que o mergulho submarino.
